Desafio aceito, compromisso compartilhado, resultado contado no blog, conforme disse ontem que faria.

Vou contar como foram os abraços… Nada que, provavelmente, vocês também não tenham sentido quando abraçaram os seus amores.

Nada de novidades, pois abraço é abraço. É bom e pronto! A gente se sente bem e feliz.

A gente se sente bem porque está conectada com quem a gente ama e também porque faz outra pessoa se sentir mais feliz.

O primeiro foi meu marido, Adriano, quando estava chegando da faculdade de arquitetura, cansado. Já era bem tarde da noite. Eu estava tão empolgada em dar aquele abraço nele, que não teve nem chances de resistir. Saiu do carro e já fui levantando os seus braços e e apertando forte nas costas. Foi se entregando para o abraço, eu chacoalhando para um lado e para o outro, pra ficar bem bom. Foi um tempão. Saiu com a sensação de ser bem recebido, acredito eu. E entrou em casa. Saí feliz e satisfeita, em direção à casa dos meus pais, quase ao lado da minha.

Lá então, comecei por meu pai, o vovô Vando, como chamamos desde o nascimento do Enzo. Ele retribui sempre meus abraços, já tem se acostumado com abraços “sem motivo” quando resolvo que quero fazer isso, volta e meia. Às vezes, uso os meus filhotes como “desculpa” pra abraçar mais ele e a minha mãe.

A segunda foi ela, a vovó Nita, pelo mesmo motivo. Um pouco mais resistente, principalmente a abraços demoradossss de 40 segundos, nem queria levantar um braço, alegrando estar machucado e dolorido – o que é verdade. Consegui com ela uns 20 segundos, eu acho. Não contei, pois estava conversando para distrair sobre o tempo que a gente passava naquela carinhosa posição.

 

Já de volta, entrei no quarto das crianças e decidi primeiro abraçar meu menino. Meu gurizinho Enzo, com seus 7 anos recém-feitos, dormindo bem quietinho, de frente, fui lá eu incomodar. Deitei ao seu lado, abracei por cima e encostei o meu rosto no dele. Se mexeu um pouquinho. Fiquei assim um tempo, sentindo aquele calorzinho gostoso e muito amor transbordando do coração! Ai, ai, ai, como a gente ama tanto esses pequeninos sereszinhos que são tão nossos, quando crianças!!! 

Depois, virei para o lado, sentei ao lado da caminha-berço onde a minha pequena garotinha Sophia de 3 anos, recém-feitos também, dormia como a anjinha que é. Mimosa e fofinha. Boa mesmo de abraçar… Cheguei bem pertinho, abracei com as mãos e os braços em volta das suas costinhas aconchegadas nos edredons. Sentindo o seu cheirinho delicioso de bebê. A gente ficou ali, grudadinhas e afofadas, como digo sempre pra eles dois. Beijei, beijei, bem devagarinho pra não acordar. Senti também aquele amorrrrr infinito, de coração de mãe feliz. Minha bonequinha dormindo tranquila e feliz.

Então, só faltava eu mesma. Sentada aqui, na frente do meu notebook, me abracei apertado. Com alegria e confiança. Pensando o quanto eu mereço esse meu abraço e o quanto ele é bom pra mim, me faz bem. Ontem fui surpreendida por meu filho dizendo, entre nós, as quatro pessoas da família que estavam na mesa da cozinha… – Quem ama o Enzo? – perguntou e já respondeu: – Os quatro.

– Os quatro, perguntei? – É mãe, se eu não me amar primeiro, como os outros vão me amar? Pois então, pensei, ensinei bem ensinado. Tem que se amar primeiro mesmo. Fato. Ponto.

Assim, termino essa jornada peculiar dos ABRAÇOS DO DESAFIO! Peculiar porque é, no mínimo, inusitado abraçar com um propósito específico, de ficar 40 segundos conectada com a outra pessoa. Ótima experiência. A minha anterior, meu hábito, é de ficar em torno de 10 segundos, que já é um bom tempo… hehehhe

O que importa é abraçar, seja tantos segundos ou minutos for. Até mesmo em pensamento, pois ele, para nosso cérebro, é a realidade!

Que a gente se abrace, cada vez mais, umas às outras, uns aos outros!

Abraço especial, Dani Limberger Coach.

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