A festa julina e a máquina do tempo

“Pula fogueira iá, iá; Pula fogueira iô, iô; cuidado para não se queimar, pois essa fogueira já queimou o meu amor”

“Olha a cobra. É mentira!”

“Olha a chuva, é mentira”

Doces, pipoca, brincadeiras, barracas, quadrilha… Festas de cultura originalmente nacional, brincadeiras de antepassados, músicas típicas e vestimentas. Festas juninas e festas julinas são mesmo um convite a máquina do tempo.

Podemos nos divertir, pintar o rosto, dançar e comer as delícias típicas da época. Mas o verdadeiro sabor dessas datas é o retorno a nossa infância. Todos voltamos a ser crianças, esquecemos de toda a chatice adulta e todos nos tornamos por um momento, caipirinhas faceiros, comendo, dançando e se divertindo ao som de quadrilha.

Que essa magia nunca se perca. Que as crianças de hoje saibam como é importante manter as tradições culturais e festivas acesas. Brincadeira de criança é coisa séria sim. São esses momentos divertidos e felizes que ajudam a construir e a formar um ser feliz, completo e cultural. Neste mundo onde cada vez mais o virtual ganha espaço, reuniões sociais são imprescindíveis.

Que busquemos essa nossa criança mais vezes no ano. Quem disse que um adulto não pode se divertir como quando era criança? Quem disse que para ser responsável deveríamos acorrentar nosso “eu infantil”? Brincar com uma criança; jogar bola, jogos de tabuleiro; assistir desenho; jogar vídeo-game; não tenha vergonha de ser feliz!

Leve a vida mais leve. Aonde você quer chegar é muito importante, mas não se esqueça de aproveitar um pouco a viagem. Pois como diz a música “a vida é trem bala parceiro/ e a gente é só passageiro prestes a partir.”

Não se esqueça dos seus sonhos. Não desista de correr atrás deles. E não pare nunca de ter novos sonhos, novas metas e novos objetivos. Se você matar sua criança interior, matará também seus sonhos. Lembra, de como você sonhava quando criança? Quantas coisas você abandonou? Quantos sonhos ficaram esquecidos em gavetas?

Deixo pra você essa reflexão: E se o seu “eu” criança do passado visse o seu “eu” adulto agora, ela te agradeceria ou te cobraria?

2 Comentários
  1. Camila Freitas 1 semana atrás

    Adorei Ellen e como a gente precisa ser criança vez ou outra, faz tão bem!
    Me lembra da música: “É que a gente quer crescer. E quando cresce quer voltar do início…”
    Que a gente leve uma vida mais leve!

  2. Autor
    Ellen Racki 1 semana atrás

    É verdade Camila, vamos ser crianças sempre hehe 🙂

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