Adotar é um ato de amor (parte 1)

 

      Bom dia a todas, muito prazer, sou a Ellen, como este é meu primeiro texto, vou fazer uma breve apresentação. Sou leonina, criada em CTG, sou “mais grossa que dedo destroncado”, mas no fundo tenho um coração de menina. Trintei agora em 2017. Tenho um “namorido”, a quem amo muito, é meu maior parceiro, e meu melhor amigo, e três filhinhos de quatro patas.  

     Amo minha família assim do jeito que é. Todos os nossos “filhos de quatro patas” foram adotados. O filho do meio Johnny: Dochshund, o mais velho Depp: SDR mestiço a Pastor Alemão e a caçula Maya Maria: Mestiça a galgo).

    Mas hoje vou contar a história do meu filho especial Johnnyzinho Racki Lovatto. Um dachshund (vulgo salsichinha). Você deve estar se perguntando… mas como assim ela adotou um dachshund? Sim, todos estranham quando eu conto essa história.

    Pois bem, vou explicar… Johnnyzinho era um “cusquinho” vindo de um criadouro, “cria temporona”. Filhote de uma “cusca” já idosinha, parideira a vida toda, tadinha. Johnnyzinho não passou no “controle de qualidade” para ser vendido.  A sorte desse anjinho foi que a minha Mãe, dona Lélia, era vizinha dessa “veterinária”, que lhe ofereceu o filhote “aleijadinho” (como aquela se referia).  

    Minha mãe não poderia ficar com ele, pois em seu pátio já tinha outros cães.  Mas minha “véinha”, coração grande e cachorreira, não poderia deixar aquele anjo lindo ao destino de ser descartado, sabe-se lá de que forma. Não pensou duas vezes e o levou para casa. Na mesma hora, ligou para mim, perguntando se eu queria mais um cusquinho (já tinha o meu mais velho SDR Depp). Eu adorei a ideia, já que só tinha um cusquinho, que iria adorar compania.

    Quando meu “namorido” e eu fomos buscá-lo, foi amor a primeira vista. Quem poderia resistir a aqueles olhinhos brilhantes?! Cresceu lindo e faceiro ao lado de seu irmão Depp (Jonny & Depp) sem problema algum, adaptou-se a sua condição (coluna levemente torta e patas dianteiras totalmente viradas para dentro). Johnny é um cusquinho de personalidade forte. Muito amoroso, arteiro, um pouco rabugento, mas muito carismático e encantador.

     Mas infelizmente, ele apresentou outras consequência na sua frágil saúde. Problemas advindos da sua condição de ser cria de uma cadela “parideira” para fins lucrativos. As pessoas não tem noção do quanto sofrem os bichinhos para que cheguem nas vitrines dos Pet shops. Mas essa é uma história para o próximo post. Acompanhe a história de superação desse nosso amiguinho guerreiro Johnnyzinho. (Adotar é um ato de amos, Parte 2)

Ellen Racki

 

 

 

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