Cama de mãe é algo que, certamente, a ciência não explica.

É algo mágico, com poderes curativos, restaurativos, sobrenaturais.

Na minha infância lembro da delícia de deitar na cama da minha mãe. Lá eu curava dor de cabeça, barriga, dente, insônia, ou simplesmente abraçava-a e sabia que estava segura.

O tempo foi passando e com a chegada da adolescência as propriedades curativas da cama aumentaram: cura de dor de cotovelo, dor de canela, dor de amor, dúvidas existenciais. Ainda hoje, não são poucas as vezes que bate o desejo ir para a cama da minha mãe.

Mas agora sou mãe. Minha cama é que cura. Minha cama cura dores, medos, carências.

Cama de mãe (que é de pai também, mas perde seu nome na nomenclatura) tem açúcar, aconchego, proteção, carinho, encanto.

Todas as manhãs minha cama se transforma em ninho. Ninho de amor com meus filhos. É nosso momento: abraços, carinhos, conversas, cantorias, orações. Juntos, aninhados, encontramos a força necessária para iniciar o dia.

Minutos (que as vezes se transforma em hora) sagrados, impagáveis, inegociáveis. Assim, sigo a tradição, valorizando o que realmente importa, almejando também gravar memórias eternas no coração dos meus “passarinhos”.

“Eu me deito e durmo; acordo, pois o Senhor me sustenta.” Salmos 3:5

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