Segundo o dicionário, ato de reconhecer as qualidades e os defeitos do próprio caráter, ou erros e acertos de suas ações. Eu diria que é a capacidade de se “olhar de fora” e fazer uma avaliação sobre nós e nossas ações.

Sou do tipo de pessoa que tem uma mente inquieta, estou sempre pensando, pensando e pensando sobre tudo. Cometo erros, as vezes ajo sem pensar, falo demais, mas reflito e penso que poderia ter feito diferente. Busco a evolução e o desenvolvimento a cada dia. O blog está sendo uma ótima oportunidade de compartilhar estes pensamentos e reflexões, não somente com quem convive comigo diretamente, mas com todos que acessam os textos.

Claro que aqui me refiro a autocrítica saudável, não aquela que é exagerada e te impede de agir muitas vezes. Confesso que por várias vezes luto com a minha autocrítica exagerada. A exposição aqui é uma forma de lidar com ela… E antes de mais nada quero deixar claro que tratam-se das minhas percepções, não são, e nem tenho a pretensão de que sirvam de verdade absoluta.

Tenho a nítida sensação de que o mundo seria um lugar melhor se todos tivéssemos uma capacidade de autocrítica adequada, nem demasiada, nem inexistente!

Desde o vizinho sem noção que a todo momento não segue as regras da boa convivência e quando vê alguém que também o faça, reclama como se fosse o senhor perfeição no condomínio ou na rua.

Até a mãe que vê seu filho envolvido numa situação de conflito, e nem se quer analisa os demais pontos de vista, defende seu filho e crítica os demais envolvidos.

O político corrupto, o ladrão, o molestador… Pessoas sem noção! A todos lhes falta a tal da autocrítica. Em maior e menor grau claro!

Penso que a autocrítica está intimamente ligada ao autoconhecimento. Porque a nítida sensação que temos é que as pessoas não se percebem como de fato são. Não conseguem se enxergar com “olhos reais” sem  negação e/ou racionalização de suas atitudes. Que é quando nos defendemos e omitimos a nós mesmos nossos erros, não aceitamos as coisas como realmente são ou encontramos desculpas para que estejamos corretos, tudo isso se passa quase sempre de forma inconsciente.

Nos relacionamentos em geral, no trânsito, no trabalho, nos grupos de whatsapp, nas redes sociais… Façamos sempre a nós mesmos as perguntas: O que acharia se outra pessoa estivesse fazendo isso? O que acharia de alguém que agisse assim? Se critico os outros, se fosse comigo, como entenderia esta situação…?

Não minta para si mesmo, seja verdadeiro! Certamente teríamos um mundo melhor se todos fizessem estas perguntas a si mesmos!

Viva a autocrítica saudável!!

Abraços fraternos!

Paty Rizzatti

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