Olá GUERREIRAS!!!!

                Eu chorei, eu sofri, mas o importante é que eu vivi.

                Tantas vezes me “queixei”, porque nesse tempo a gente não tem a capacidade de identificar as coisas boas e as oportunidades e perceber que não seríamos nada do que somos hoje se não fosse justamente aos perrengues que passamos!

                Simmm, tive momentos divertidos, carnavais intermináveis, bailes, “reunião dançante” (nem existe mais), vou começar a resumir minha bibliografia hahaha!! Trabalho, trabalho, é bom falar, sempre tive que ter responsabilidade, ajudar mãe na limpeza da casa, fazer comida para eles irem na roça, eu ajudava atar fumo no galpão, depois mais grandinha fui pra lavoura também colher fumo, meu primeiro ganho de fora, foi ser “Tata” meio turno, gente até faxina fiz, na época “5 reais”, depois meu município virando cidade, ajudei nas campanhas, aí gente, “pintar placa” e levantar a bandeira nos comícios, eitaaa. Nesse tempo estava terminando o Ensino Médio e comecei a namorar um moço, o qual permaneceu que é o pai dos meus dois infinitos amores.

Comecei a trabalhar de Cargo de Comfiança-CC na Prefeitura, depois fiz concurso e passei com o tempo isso tudo foi tirando meu brilho, comecei com crises de ansiedade, lá não era meu lugar, definitivamente acontecia comigo a síndrome da música do fantástico, ouvia e começava o lamento de segunda-feira, eu não vivia, existia.

Nesse tempo por insistência do meu marido e uma tia, já estava cursando Administração, porque era o que tinha mais perto, mas não era meu sonho. Isso me gerava mais ansiedade. Meu esposo é Mecânico e já estava com a Oficina crescendo então me convidou para tocar com ele, nem esperei o final do mês para sair, precisamente 13 de outubro de 2007, sai no outro dia hehehehe. Foi uma acertada muito grande. Demorei me achar, pois no início era novidade e depois começou a tal crise “existencial”, no ano de 2015 o Coaching entrou na minha vida.

Ao contrário dos que muitos dizem, “que quem não dah certo em uma profissão, vira Coach”, uma “maldade” tremenda, como qualquer profissão existe os bons e os ruins, porque isso não é pra qualquer um, tem que ter vontade de ajudar, estar com pessoas, motivar pessoas, entende-las e com certeza viver uma vida com congruência!

Crise existencial? Escutamos muito esse termo.

Pra mim hoje é estar deixando de fazer o que precisa ser feito!!!!

Vamos dar um passinho, afinal dizem por aí, TEM PODER QUEM AGE.

 

 

                Um forte abraço da Guerreira Coach Adriana Nunes!!!

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