Hora de preparar o almoço. Instaura-se o caos. Matias (1 ano e 6 meses) chora por um colo. Lana (7 anos) implora por atenção.

Em meio ao pacote de macarrão virado no chão, aos gritos e aos prantos, ao som da televisão inutilmente ligada meu mundo parece desabar.

Percebendo (como se já não bastasse) o meu desespero, Lana me diz: Ué, foi tu que quis ter dois filhos.

Pronto. Era o que faltava. O mundo desabou. Sentei e chorei. Desabei.

Eles apavoraram-se, sentaram ao meu lado, ali no chão da cozinha.

Percebi aquele caos como oportunidade de reflexão. Quais eram as minhas prioridades?

Rapidamente me dei conta de que tudo é questão de escolha. Eu escolhi ser “mãe de dois”. Eu sonhei e orei por esta benção em minha vida. Por que o desespero?

A partir deste dia não me cobro o almoço pronto ao meio dia se minha filha estiver precisando de mim para ampará-la emocionalmente. Já não me cobro o banho em horário impreterivelmente marcado se meu filho estiver encantado vendo os passarinhos no jardim.

Rotinas engessadas quebram a beleza do momento, a alegria das descobertas, o encanto do desenvolvimento.

Não posso adestrar a infância de meus filhos presa a responsabilidades do mundo adulto.

Já não sofro. Já não faço sofrer. Vivo leve, desfrutando da escolha mais bela da minha vida: ser mãe (de dois)!

Sou Analéia, 30 anos, cristã, casada, “mãe de dois”, professora. Estarei aqui com vocês para compartilhar experiências/ reflexões sobre a maternidade e a profissão/professora. Até a próxima!

 

“Fala com sabedoria e ensina com amor” Provérbios 31:26

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