Quantas vezes você se perguntou qual o caminho a seguir? Por quantas vezes a sua razão dizia para seguir este e a sua intuição, a sua essência dizia: – Não! Vai por aquele. Eu sei o que é melhor para você.

Estou certa de que, na maior parte das vezes que isso aconteceu, quem venceu foi a razão. Não é mesmo?

– Sim! Mas como você sabe disso, Dani?

Sei porque é muito provável que você leve muito mais em consideração o que é consenso, o que a sua inteligência diz, pois ela tem a tendência de lhe indicar o caminho mais seguro, com menos chances de erro, ou de “se dar mal”, arriscando no desconhecido.

Está tudo bem. É seu instinto de proteção, de sobrevivência falando mais alto. Como seres pensantes que somos, precisamos usar a lógica para tomarmos decisões importantes na vida.

O problema que vem daí é que a razão muitas vezes está distante do coração e isso acaba por fazer você sofrer, no final das contas. Então, você não consegue entender por que se sente assim, se ficou tanto tempo pensando, calculando os riscos, perdas e ganhos de cada caso. Está “provado” que neste emprego A você faz muito mais dinheiro do que no B, que poderia deixa-la mais feliz, com mais tempo livre pra sua família e projetos, mas com salário menor…

E quando pensou em empreender, quantas pessoas amigas e amadas vieram dizer que você seria louca se largasse o trabalho estável para abrir uma empresa? E de quê mesmo? Home Organizer? Marketing Digital, pra brincar no Facebook o dia todo? Isso lá é trabalho que se preze? Coaching? Essas palavras estranhas em inglês só podem ser algum tipo de “fria” pra pegar gente inocente…

Então, você abaixa a cabeça e pensa desapontada consigo mesma e com todo mundo à sua volta. Guarda na gaveta aquela vontade de mudar o mundo e diz pra si mesma: – O que eu quero com tudo isso? Ser diferente? Fazer algo diferente? Mostrar meus talentos? Quem se importa com talentos quando se tem filhos pra criar e contas pra pagar? Por que eu tenho que pensar essas coisas? Não posso simplesmente gostar de trabalhar 8h por dia e receber meu salário (mesmo que bem menor do que eu mereço) no fim de mês e ser feliz, como todo o mundo?

– Sim! Você pode. Se todas as perguntas não tem nada a ver com você e com o que pensa.  Existem muitas pessoas que gostam, amam até, ter suas vidas bem estáveis, organizadas e tranquilas. Está tudo certo, se você é uma delas. Melhor ainda, dá menos trabalho e sofrimento. É uma dádiva!

– Não! Você não pode. E não pode porque não consegue ser feliz assim. Se as perguntas fazem sentido pra você, é porque há uma enorme inquietude aí dentro! Há um coração pulsante, ávido por correr riscos e mais riscos, aventuras incalculáveis entre o dia 1º e o dia 30. Montanhas russas doidas demais, mas que fazem o seu sangue correr nas veias e a sua mente ter muitos insights (tradução: intuições), ideias e projetos incríveis, onde muita gente é beneficiada, além de você. Você é movida a desafios! Dá mais trabalho sim. E daí? Você tira de letra. E ainda se orgulha disso. Enche o peito e diz: – Eu consigo vencer todas as dificuldades. Eu posso fazer isso. E faz! É uma dádiva!

Enfim. A flor de lótus nasce em águas obscuras. Nasce até mesmo do lodo, às vezes. E nem por isso é obscura ou lamacenta. Muito pelo contrário! A sua essência é ser pura e bela!

Ela transforma o ambiente que habita em algo incrível, lindo, maravilhoso, simplesmente por existir e acreditar em quem é. Confia na sua essência de ser flor, embora tudo ao redor esteja agindo contra. Pra ela não importa o externo, porque o seu interior é tão perfeito que transparece a beleza da criação!

Desejo que você seja flor de lótus em sua própria vida!

 

Beijos da Dani Limberger!

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