Quando a tempestade cai, uns se trancam em casa, outros saem para dançar na chuva. Quando a ventania aumenta, uns fecham a janela, outros vão soltar pipa. Quando a saudade castiga, uns choram no escuro, outros abraçam apertado. Quando as cartas estão ruins, uns saem do jogo, outros dobram a aposta.
Quando o calo aperta, uns vão embora da festa, outros continuam a dançar descalços. Quando a bola chega quadrada, uns dão de canela, outros matam no peito. Quando um grande amor termina, uns perdem a esperança, outros seguem em frente. Quando o dia amanhece nublado, uns reclamam da sorte, outros desenham nas nuvens. Quando a vida propõe obstáculos, uns ficam pelo caminho, outros se tornam ainda mais fortes.
Tudo que nos rodeia tem um propósito. A cada instante há um recomeço na vida, de confiança, de fé. O começo do recomeço da manhã. Às vezes, precisamos nos resguardar para acumular forças para o que vem pela frente, e talvez esse seja o despertar frente a uma mudança, repensar o que está sendo mostrado, tentar entender os porquês, questionar o novo caminho, e com todo esse acúmulo, sempre confiar que o que vem é para o bem, e que mesmo que traga dor e medo inicialmente, a recompensa lá na frente será muito gratificante.
Certa vez um poeta descreveu um amigo como uma “árvore protetora”. Quão bela é a descrição deste relacionamento. Meditando nestas palavras, penso em todos os meus amigos como frondosas árvores que delicadamente estendem seus ramos sobre mim, oferecendo sombra, cuja presença é uma proteção contra as rajadas do vento do outono e do inverno. Uma grande árvore protetora, isso é um amigo.
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