Escolhi este tema, pois acredito que faça nós mulheres repensar nossos comportamentos frente não só a outras mulheres como também diante da nossa própria autoimagem.

Pensei muito num termo que fosse unissex para ilustrar o que pensei em dizer, mas, confesso que já aí percebemos que ele possui uma conotação extremamente masculina, CAMARADAGEM:“companheirismo,  solidariedade, confiança, fraternidade, irmandade e etc.”.

Você já parou para pensar em o quanto a falta de camaradagem feminina influencia a vida das mulheres, somos nós mesmas vitimas da falta dela, pois nas famílias, nos grupos, na escola e na sociedade em geral a intensidade com que a mulher é criticada sempre é mais feroz do que com o sexo masculino. O homem não se critica e exige dos outros tanto quanto nós mulheres.

Para o homem sempre existe mais solidariedade, entre eles e das mulheres para com os homens da mesma forma. Nas famílias é comum à mãe que tem filhos, ser mais complacente com os filhos do sexo masculino e mais exigente com as filhas. Muitas vezes até competitiva com as filhas. É comum num lugar a mulher ser rotulada com termos chulos: de piranha, vagabunda, mal amada, fingida, metida… isto e aquilo, já ao homem os rótulos nunca são tão eloquentes.

As mulheres que cometem os mesmos erros que os homens, às mulheres sempre serão mais exigidas pelos erros e aos homens o perdão sempre é esperado, a exigência sempre é maior…

Assim como é comum a mulheres formarem duplas, ou trios para “fechar amizades”, o homem não, eles não tem melhores amigos, são amigos da galera e assim desde pequenos aprendem a exercer a camaradagem.

Digo isto porque creio que todas nós já vivemos e sentimos na pele estas situações, na família, na escola, na faculdade, no clube, no trabalho, as mulheres são as primeiras avaliarem-se criteriosamente para criticar…

Porque não fazemos como os homens: sejamos mais camaradas, mais generosas, menos criticas em relação as nossas “colegas”, cadê a irmandade? Lembre-se que com a mesma intensidade que criticas será criticada!

Olhemos para as mulheres ao nosso redor com empatia e solidariedade, confie, respeite, valorize e ensine suas filhas a também fazerem! Aí passo a acreditar num mundo onde as mulheres sejam valorizadas e respeitadas com a mesma voz e a mesma vez, nem mais, nem menos!

Pense nisso…

Abraços fraternos!

 

Paty Rizzatti

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